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Sunday, September 25 • 17:00 - 18:00
Utopia Cromática – Concerto a seis mãos para piano e pincéis

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Quem sofre de um certo tipo de sinestesia vê cores quando ouve som. Uma cor diferente por cada nota. E, de facto, som e cor são ambos tipos de vibração de lados opostos de um vasto espectro que compreende a nossa realidade física e talvez também a nossa realidade espiritual.

A Utopia Cromática leva-nos a um lugar de encontro entre som e cor, uma ilha improvável onde um piano é testemunho um diálogo vibratório e dinâmico entre teclas e pinceis, entre timbre e pigmentos e entre ritmo e movimento. Esta conversa sobre tensão, intenção, intensidade, assistido e afagado pelas 6 mãos de Fernando Santos (piano), Paulo Galindro (pincel soprano) e Marc Parchow (trincha tenor). Ao som de uma polifonia cromática desenvolve-se um improviso estudado que lentamente cria o elo entre a cor que vemos e o som que ouvimos.

Esperamos que deste efémero encontro simbiótico brota em torno do transformado Utopiano um público decerto capaz de ver a música e de ouvir as cores.

 


Quem vem ao FOLIO?
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Paulo Galindro

Nasceu como as uvas, sem cabelo, fruto da bela colheita que foi 1970. O cabelo foi-lhe crescendo ao som das enormes impressoras da gráfica onde o seu pai trabalhava... e onde o cheiro das tintas lhe adubou os sonhos. Anos mais tarde, acalentando o desejo secreto de ser astronauta, licenciou-se em arquitectura, foi pai de dois filhos e ilustrou uma pilha de livros. É um facto que ainda não é astronauta, mas dizem por... Read More →
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Marc Parchow

Nasceu em Paris, no Verão quente de 1976, onde se sujeitou a uma elevada concentração de criatividade, que mais tarde o viria a prejudicar na escolha de emprego, tornando-o indiferente a uma carreira lucrativa como informático. Sobrevive desde então como ilustrador e designer. Co-fundou a editora Qual Albatroz, e está a montar uma oficina de serigrafia e práticas artesanais.
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Fernando António dos Santos

Nasceu na República do Congo, em 1958. Iniciou a sua formação musical muito jovem na cidade da Figueira da Foz, que vem prolongando autodidacticamente até aos dias de hoje. | Com o tempo, a sua música tornou-se a expressão electromagnética de um algoritmo que ressoa com o momento presente.


Sunday September 25, 2016 17:00 - 18:00
LARGO DE SANTIAGO